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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Resenha: Presságio - O Assassinato da Freira Nua

Livro: Presságio - O Assassinato da Freira Nua
Autor: Leonardo Barros
Categoria: Ficção; Literatura brasileira
Páginas: 224
Editora: Novo Século
Coleção: Novos Talentos da Literatura Brasileira


       Alice tem vinte e seis anos e, desde a adolescência, é atormentada por presságios. 
       Desacreditada por psiquiatras, ela é considerada psicótica, até que uma de suas visões a possibilita desvendar um misterioso homicídio. A polícia atribui a autoria do crime ao Beato Judas, um assassino serial de freiras, mas a descrição do suspeito não se parece em nada com o homem que ela viu em sua premonição.  
      Agora, Alice terá de correr contra o tempo para provar que não é louca e para evitar que o assassino faça uma nova vítima. 
     Suspense, misticismo e sensualidade se misturam neste fantástico thriller policial que parece ter a capacidade sobrenatural de manter seus leitores alucinados da primeira à última página!

     
       Presságio - O Assassinato da Freira Nua, é um romance policial que narra o drama de Alice, uma jovem acometida por visões, que sofre com esse fato e também, por ser desacreditada pelas pessoas que com ela convivem e, até mesmo, por médicos especialistas.
      E assim, Alice segue a vida, confusa, sem saber se o que vê é fruto de sua imaginação, é alucinação ou presságio... até o dia em que testemunha um assassinato.
      Agora, ela pode ajudar a colocar o assassino atrás das grades. Mas antes, Alice precisa se fazer acreditar. Para isso, ela precisa provar que não é louca.
      
      Quando recebi o livro Presságio - O Assassinato da Freira Nua, pela parceria com autor Leonardo Barros, fiquei muito feliz e encantada pela sinopse. Também me senti bastante atraída pela capa do livro. 
      A leitura é dinâmica e fluida. Iniciei e concluí a leitura em uma manhã, pois me senti tão envolvida com a história, que não conseguia parar de ler ... e quando dei por mim, já havia terminado o livro.
      Presságio - O Assassinato da Freira Nua, é um ótimo livro, com enredo bem elaborado e muito bem escrito!
      Parabéns ao autor Leonardo Barros!

Abraço carinhoso e boa semana!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Cinquenta Tons de Cinza - O Filme

      Olá, pessoal!
      Hoje fui ao cinema assistir “Cinquenta Tons de Cinza”.
      E preciso confessar... adorei o filme!!
      Claro, apesar da história inverossímil, a adaptação do best-seller erótico ganha pontos pela direção, bons atores e cenas de sexo leves, mas suficientes e, na minha opinião, ótima trilha sonora.


      O filme é estrelado por Dakota Johnson, que interpreta a tímida e recatada Anastasia Steele, e Jamie Dornan, no papel de Christian Grey, o bilionário bonitão.
      As cenas de sexo ficam dentro do esperado. Sem nus frontais, quem se expõe mais é Dakota. A atriz passa bastante tempo sem roupa e até deixa à mostra alguns pelos pubianos. Dakota e Dornan provam que mereciam os papéis e mostram desenvoltura no jogo de falas, olhares e, o mais importante, na pegação.
      Destaque para a cena em que Anastasia leva o tal contrato para uma reunião de negócios na empresa de Dornan. A fotografia com iluminação avermelhada cria o tom certo para a conversa sensual da dupla. 
      O filme é extremamente fiel ao livro Cinquenta Tons de Cinza, da escritora E.L. James. No entanto, a diretora Sam Taylor-Johnson se mostrou esforçada em adicionar um pouco de plasticidade às cenas, com pitadas de ironia, o que fez da produção um soft porn classudo e deu aos personagens um tom mais divertido.



A Trilha Sonora:
      Com nomes variados da música mundial, a trilha sonora oficial do filme “Cinquenta Tons de Cinza” tem poder de causar arrepios em seus ouvintes e eu, fiquei encantada.
      O disco começa com a deliciosa I Put a Spell On You, na voz de Annie Lennox, que faz uma interpretação poderosa e elegante do clássico de 1956. Em seguida, a suavidade das batidas indie da jovem britânica Laura Welsh conduz a faixa Undiscovered, com letra que fala sobre um relacionamento dificultado pelos mistérios do parceiro. O clima esquenta a partir da terceira canção, Earned ItO vocal agudo do cantor canadense The Weeknd, aliado à batida em R&B é romântico, sensual e acolhedor, não muito distante de Where You Belong, segunda faixa feita por ele para o filme, um pouco mais sóbria que a anterior. 
      O pop em sua forma alegre e dançante também tem espaço com a britânica Ellie Goulding, responsável por Love Me Like You Do. Já Beyoncé, aposta em seu lado mais sexy, por motivos óbvios, com o remix arrastado do hit Crazy In Love, que não economiza em suspiros e batidas ecoadas, e da canção Haunted, em que aposta em vocais arrastados com ecos e introdução com piano marcante. 
      Outros destaques são: o roqueiro Awolnation, que faz um cover da canção I’m On Fire, de Bruce Springsteen, a cantora Sia e sua balada de inspiração folk Salted Wound, e os veteranos The Rolling Stones e Frank Sinatra, nas faixas Beast of Burden e Witchcrafr, respectivamente. 
      Todas as músicas do filme, ficaram por conta do produtor musical Danny Elfman, conhecido por diversas trilhas sonoras de filmes importantes.  


Para quem, assim como eu, gostou do livro, eu recomendo o filme!!
E muito!!

Beijos!!

domingo, 15 de fevereiro de 2015

É Carnaval


A Origem do Carnaval

      A origem do carnaval é incerta, mas acredita-se que tenha surgido na Grécia por volta do ano 520 a.C. Era uma festa em que o vinho era fundamental e as pessoas se reuniam em nome do deus Dionísio com a única intenção de se divertirem, celebrar a chegada da primavera e a fertilidade. Esse tipo de comemoração também se tornou popular em Roma durante os primeiros séculos da era cristã.
      O nome Carnaval vem de “Carne Vale”, seu significado está ligado ao fato dessa festa pagã acontecer durante os três dias que antecedem a quaresma, um longo período de privação, portanto era como uma despedida dos pecados da carne. Esse nome surgiu depois que a celebração foi legalizada pela Igreja Católica para coibir o que a instituição classificava como celebração pecaminosa. Ou seja, a celebração tinha como objetivo principal extravasar e fazer tudo que durante a quaresma era proibido.
      Em 1545, depois do concílio de Trento, mudou-se o calendário de Juliano para Gregoriano e o Carnaval passou a ser uma data oficial para os cristãos.
      No século XIII, os nobres franceses começaram a promover grandes festas onde era obrigatório o uso de máscaras e roupas luxuosas - os bailes - e provavelmente foi assim que surgiram as primeiras festas à fantasia. Essas festas logo ficaram populares entre as altas classes em todo o continente europeu e se espalharam por todo o mundo, sendo ainda comuns atualmente.
      Dessa forma, o carnaval é reconhecido como uma festa popular de rua, que sofreu uma série de modificações culturais até chegar aos dias atuais. 
      Hoje, o carnaval é comemorado em muitos lugares do planeta. E possui características diferentes em cada país que o festeja.


O Carnaval no Brasil

      O carnaval chegou ao Brasil no século XIII, sob influência de uma festa de rua, de origem portuguesa, típica da região de Açores e Cabo Verde, o “entrudo”, que consistia em jogar água, farinha, ovo e tinta nas pessoas.
      No século XIX, tiveram início no país, as festas de salão, inspirados nos bailes parisienses, nos quais os convidados deveriam usar máscaras. Cresceu o interesse por esse tipo de festa, pois o entrudo causava muita confusão por ser uma prática que apelava para violência. Nos bailes, que aconteciam em local fechado, o público era composto por convidados que se dispunham a fantasiar-se e ouvir música. Uma figura importante desse período é Chiquinha Gonzaga que compôs músicas carnavalescas e pertencia a classe burguesa frequentadora dos bailes.
      No Rio de Janeiro, no século XX, surgiram as primeiras escolas de samba. Os desfiles carnavalescos agradaram muito e tornaram-se uma forma popular de comemoração do carnaval muito forte, tanto no Rio, quanto em São Paulo. No Nordeste do país, o carnaval de rua faz sucesso, mantendo a tradição trazida pelos portugueses, mas fortalecendo-se com os trios elétricos depois da década de 1980.
      Porém, a comemoração também passou por mudanças, em função do folclore indígena e da cultura africana. Todos esses fatores culturais construíram um carnaval distinto em cada parte do Brasil. 



Você sabia?