Comedor de Sordy
Foda-se
Ribeirao Preto, Sao Paulo, Brazil
sorriso, falsidade, o remorso, verdade
gentil ?, mentira, e a mentira, bondade

ciclo vicioso, criado inicia e repete ao dobrar de um sino
indiferença é vacina, contra a doença do próprio instinto

o instinto que busca luxúria é visível mesmo tornando-se efêmera
o olhar do humano é tão seco, não passá de jogo de aparências

o foco sendo a permanência da imagem criada na hipocrisia
não importa quantas cicatrizes eles causam, só sentem quando é sua ferida

o sentimento é só relativo, pois em pouco tempo é intriga
criamos nossas relações, mas não passa de reação química

construi uma casa e abriguei em cada quarto o que um dia odiei
na janela percebo os olhares enquanto estou preso em correntes que eu mesmo criei

na porta ecoam barulhos e gritos daqueles que fingem ter conexão
semblante tão pálido como minha alma mas não por tristeza mas aceitação

o fim justifica o meio, a definição de correto eles não percebiam..
esqueceram que nunca me deveram nada, apenas palavras vazias.

então me odeiem! ou será que as palavras também serão falsificadas ?
a chave quebrei e a a porta tranquei para que coloquem suas máscaras

não passam de atores, na peça onde sagram clamando em ser protagonistas
show de facetas dessa sociedade, mas as cortinas se abriram!

o ser humano é feito de faces trocadas de acordo com seu dia-a-dia
seja a face da felicidade ou do ódio, todas são sempre mentira

a visão distorcida, castelo em volta do meu coração que se pôs
o adeus ao meu antigo eu não importa, você é quem é e não quem já foi

quantas máscaras usei? quantas tomei, quantas fiz?
com minhas mãos eu moldei
as grades que prendem-me

No semblante, a diferença me faz em frias pegadas
refletem o que sentem, mas eu já não sinto nada

Sorrisos não aquecem, esquece...uso pra seguir
nos trilhos, contramão, minhas mãos alcançam o que eu sempre quis

as máscaras que temos são nossa essência inteira
as máscaras da insegurança e do medo nunca foram belas mas sempre forão verdadeiras

a escolha que tenho é a fissura de um humano comum: a junção da bondade e do mal
ser odiado é o que todos evitam, mas aguentei por ser algo real

elogios, são encapuzados por uma beleza em miragem
palavras são híbridos: ódio e amores e sendo distintos apenas em sua quantidade

a mente humana foi adaptada pra que não sejamos metade
isso é o prazer de usar as palavras pra termos superioridade

me odeiem!' pelo gosto doce desse sentimento que estão degustando
pela visão de cortar uns aos outros só para assistí-los sangrando

por minhas verdades não serem escondidas nem quanto eu estou mentindo
sorriram enquanto cuidavam da rosa e no fundo a odiavam só por ter espinhos

meu quarto é escuro, as portas trancadas, os gritos cessaram
a perfeição que depende da concepção, de alguém solitário

estão batendo de novo, não posso atender... minha mão está estática
são os meus sentimentos que estão me chamando, hora de botar a minha máscara...

quantas máscaras usei? quantas tomei, quantas fiz?
com minhas mãos eu moldei
as grades que prendem-me

No semblante, a diferença me faz em frias pegadas
refletem o que sentem, mas eu já não sinto nada

Sorrisos não aquecem, esquece...uso pra seguir
nos trilhos, contramão, minhas mãos alcançam o que eu sempre quis
sorriso, falsidade, o remorso, verdade
gentil ?, mentira, e a mentira, bondade

ciclo vicioso, criado inicia e repete ao dobrar de um sino
indiferença é vacina, contra a doença do próprio instinto

o instinto que busca luxúria é visível mesmo tornando-se efêmera
o olhar do humano é tão seco, não passá de jogo de aparências

o foco sendo a permanência da imagem criada na hipocrisia
não importa quantas cicatrizes eles causam, só sentem quando é sua ferida

o sentimento é só relativo, pois em pouco tempo é intriga
criamos nossas relações, mas não passa de reação química

construi uma casa e abriguei em cada quarto o que um dia odiei
na janela percebo os olhares enquanto estou preso em correntes que eu mesmo criei

na porta ecoam barulhos e gritos daqueles que fingem ter conexão
semblante tão pálido como minha alma mas não por tristeza mas aceitação

o fim justifica o meio, a definição de correto eles não percebiam..
esqueceram que nunca me deveram nada, apenas palavras vazias.

então me odeiem! ou será que as palavras também serão falsificadas ?
a chave quebrei e a a porta tranquei para que coloquem suas máscaras

não passam de atores, na peça onde sagram clamando em ser protagonistas
show de facetas dessa sociedade, mas as cortinas se abriram!

o ser humano é feito de faces trocadas de acordo com seu dia-a-dia
seja a face da felicidade ou do ódio, todas são sempre mentira

a visão distorcida, castelo em volta do meu coração que se pôs
o adeus ao meu antigo eu não importa, você é quem é e não quem já foi

quantas máscaras usei? quantas tomei, quantas fiz?
com minhas mãos eu moldei
as grades que prendem-me

No semblante, a diferença me faz em frias pegadas
refletem o que sentem, mas eu já não sinto nada

Sorrisos não aquecem, esquece...uso pra seguir
nos trilhos, contramão, minhas mãos alcançam o que eu sempre quis

as máscaras que temos são nossa essência inteira
as máscaras da insegurança e do medo nunca foram belas mas sempre forão verdadeiras

a escolha que tenho é a fissura de um humano comum: a junção da bondade e do mal
ser odiado é o que todos evitam, mas aguentei por ser algo real

elogios, são encapuzados por uma beleza em miragem
palavras são híbridos: ódio e amores e sendo distintos apenas em sua quantidade

a mente humana foi adaptada pra que não sejamos metade
isso é o prazer de usar as palavras pra termos superioridade

me odeiem!' pelo gosto doce desse sentimento que estão degustando
pela visão de cortar uns aos outros só para assistí-los sangrando

por minhas verdades não serem escondidas nem quanto eu estou mentindo
sorriram enquanto cuidavam da rosa e no fundo a odiavam só por ter espinhos

meu quarto é escuro, as portas trancadas, os gritos cessaram
a perfeição que depende da concepção, de alguém solitário

estão batendo de novo, não posso atender... minha mão está estática
são os meus sentimentos que estão me chamando, hora de botar a minha máscara...

quantas máscaras usei? quantas tomei, quantas fiz?
com minhas mãos eu moldei
as grades que prendem-me

No semblante, a diferença me faz em frias pegadas
refletem o que sentem, mas eu já não sinto nada

Sorrisos não aquecem, esquece...uso pra seguir
nos trilhos, contramão, minhas mãos alcançam o que eu sempre quis
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