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87.3 hrs on record
Então eu virei pro governo francês e disse: Pô, me dá um empréstimo de 10 milhões de dólares pra eu fazer meu jogo indie?

Dito isso, Charlie Kirk Expedition, deixa bem óbvio sim, o tempo todo, que é um jogo indie. Através da falta de polidez nos terrenos, nas animações e na movimentação, no visual extremamente Unreal Engine 5, com os bugs visuais, com a má optimização e linearidade extrema (num jogo com mundo aberto).

Não entendi porque existem tantos locais sem nada pra fazer, com 1 unidade de disco de música para coletar e com conteúdo zero. A recompensa por explorar nunca é satisfatória, quando não é um disco de música (que só da pra ouvir na base, e sem fazer nada, pois pausa a música), é um "Lumina", um item genérico que serve pra aumentar milimetricamente a capacidade do seu "inventário" de perks. É completamente abismal a sensação extremamente repetitiva de após explorar o caminho alternativo ser sempre essa a sua recompensa, um item que fo-da-se muito.

O jogo conta sua história quase exclusivamente através das cutscenes, e o que não é dito, é exposto em diários de bordo das expedições anteriores, que são na minha opinião a única coisa interessante de se lootiar no mapa. Tirando as cutscenes da main quest, que mostram de maneira bem expositiva o conflito "principal" do jogo, é meio cômico o pouco de esforço que é colocado no conteúdo "opcional/complementar" do jogo. Não sei se foi falta de tempo, mas tudo que é opcional nesse jogo não é nada recompensador de se fazer. É boss reciclado, é inimigo padrão reciclado com HP de boss, e em alguns raros momentos que você encontra algo novo de verdade, após derrotado, te recompensam com algo extremamente b-r-o-x-a. Tentam dar uma copiada no Método Miyazaki de Enviromental Storytelling, mas parece que faltaram algumas aulas, pois é abismal o quão simplória é apresentada a história desses conteúdos secundários.

Junto de tudo isso vem um combate turn-based, cujo qual se faz desnecessário qualquer tipo de estratégia ou planejamento, visto que a principal estratégia válida (e única, a menos que você faça extremo min-max para quebrar o jogo) é dar parry, se essa não for sua estrategia, boa sorte diminuindo a dificuldade (e não matanto todos os bosses).

Dito isso, é sim viciante, algo na estética Zack Snyder Rebel Moon Directors Cut me cativa e me fez querer explorar o mapa, e fazer todo tipo de combate que tem. A história tem seus altos e baixos, com as partes mais sentimentais, alegóricas brilhando muito mais do que quando tentam explicar a lore demais, fazer diálogos "realistas" ou serem mais diretos, parece faltar muito tato quando tentam.
Posted December 28, 2025.
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103.2 hrs on record
Muito divertido, com a gameplay mais fluida da From Software (bom ou ruim?), porém extremamente covarde ao prometer ser justamente o Fortnite da From, que traria os elementos dos jogos anteriores em diversas settings em um roguelike coop e entregar meras migalhas, poucos bosses, alguns nem tão requisitados (centipede demon? smelter demon? gaping dragon? que lista é essa?), enquanto que até hoje não tem Ornstein e Smough, Manus, Slave Knight, Friede, Sir Alonne, na verdade, você conta nos dedos os que têm, e só agora, em uma DLC, que adicionaram o Artorias, que deveria estar no jogo desde o começo.

É legal, mas poderia ter sido muito melhor, e o pior, com pouco esforço.
Posted December 28, 2025.
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10.0 hrs on record
Terrível.
Posted December 28, 2025.
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31.4 hrs on record
Mon amour, esse aqui é impossível não gostar, se nunca jogou Resident Evil, comece por esse.

Se tu quiser survival horror, jogue no hardcore pra dar uma sofrida gostosa. Se tu quiser um shooter bem tenso com terror, jogue no normal pra uma sofrida bem de leve. Tem pra todo mundo.

Lindo, gostoso de jogar, tem Claire, tem Leon, tem Ada Wong, maravilhoso.
Posted December 28, 2025.
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18.9 hrs on record
Eles te matam se você tentar fazer um jogo assim hoje em dia.

Simplesmente imagine ficar solto numa mansão maligna, sem nenhuma instrução ou marcador de objetivo, e sair navegando os terrores e quebra cabeças, se tu abre uma porta errada, um cachorro vem e te morde, se tu apita um apito de cachorro, um cachorro vem e te morde. É simplesmente mágico.

Além de que, no remaster, versão que eu joguei, cada cena é absurdamente linda, parecem minuciosamente feitas a mão, como pode? Antigamente pensavam até em mise-en-scene nos jogos, hoje em dia é só soltar uma caganeira na Unreal Engine 5 e jogar Ray Tracing por cima, deus abençoe Resident Evil 1 Remastered.
Posted December 28, 2025.
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52.1 hrs on record
Extremamente polido, gameplay fluido, tiroteio gostoso. Porém não deixo de ficar triste com a diluição do survival/horror em função de um gameplay de ação mais dinâmico.
Posted December 28, 2025.
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37.7 hrs on record
Na primeira vez que tentei jogar detestei, dessa vez, dei uma chance e uma forcinha pra superar os momentos iniciais. Os primeiros minutos no vilarejo, na dificuldade hardcore, é sofrível.

Dessa vez, após os primeiros momentos do jogo, me mantive jogando, e fico muito feliz de ter dado uma segunda chance, pois isso aqui realmente superou tudo que eu esperava.

É sim um jogão, não tem muito rodeio, tem exploração, tem tiroteio, tem terror (apesar de ser diferente do terror do 7), e é um jogo que se mantém num nível excelente do começo ao fim, gosto de todas as partes dele (após o começo), cada level tem suas peculiaridades e seu charme.

Espero que não abandonem essa linha no futuro, após o sucesso do remake do Resident 4.
Posted December 28, 2025.
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17.5 hrs on record
Temática clássica de terror Lovecraftiano, temática pseudo vitoriana, com traços de horror cósmico. História de detetive, perdido nas ruas da cidade, tentando decifrar o mistério da sua vida enquanto tenta ajudar outras pessoas e também descobrir o que há de errado na cidade sombria e obscura que se passa o jogo.

Já é metade do caminho, pra gostar disso é fácil, é só o jogo ser interessante. Infelizmente, não é tanto.

Pega tudo isso e transforma num shooter generico de terceira pessoa. O jogo é mundo aberto, mas não te oferece muita coisa pra explorar, as missões sempre fazem você ir de um lugar do mapa pra outro, porém no caminho simplesmente não existe nada de interessante, é só andar. A história também não vende muito, cultos, racismo, xenofobia, aquela coisa bem feijão com arroz, porém parece que tudo é escrito duma forma bem superficial, que não chega nem a dar tanta curiosidade.

Acabei abandonando na metade pro fim. Apesar de tudo, o jogo é bem bonito visualmente, recebeu até um update de engine esse ano, porém continua sendo chato.
Posted December 28, 2025.
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93.1 hrs on record
Tão lindo e viciante, mas ainda parece não ser um jogo completo. Não sei se essa é a formula Hideo Kojima, visto que é uma descrição semelhante que eu daria ao outro jogo que joguei do mesmo, Metal Gear Solid V.

O combate é extremamente genérico e chato, o stealth também. E não digo chato no sentido de difícil ou exigente, é chato no sentido de dar vontade de ir jogar outra coisa (ou dormir). Os dois elementos parecem colocados no jogo como algo feito por cima, de qualquer jeito, placeholder, agrado a acionistas ou afins.

As partes mais envolventes do jogo são, justamente o que tanto falam mal ou debocham, o simulador de entrega ou walking simulator. Por mim, o jogo seria focado 100% nisso, até para um desenvolvimento ainda mais focado nessas mecânicas, com mais momentos lindos como os que ocorrem quando você sobe uma colina e vê o horizonte e começa a tocar alguma música escolhida pelo Kojima para a ocasião.
Posted December 28, 2025.
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9.9 hrs on record
Tinha curiosidade devido à participação de alguns dos fundadores da Arkane na Wolfeye, devs deste jogo. Immersive sim, velho oeste, party based, action shooter. Tudo pra ser divertido, mas não me prende. Me passou uma experiencia genérica, o combate não é tão interessante, os encontros são random e o jogo parece ser procedural. A narração é legal e podia participar mais do jogo.
Posted December 28, 2025.
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