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183.1 hrs on record (183.1 hrs at review time)
peak gaming
Posted November 28, 2025.
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11.7 hrs on record
DmC: Devil May Cry


Eu lembro de ter jogado esse jogo no começo da minha adolescência e ter gostado dele… Mas, depois de ter conhecido a série original e aprendido a amá-la, eu tenho que dizer: isso daqui não é Devil May Cry.

Vamos para o que é bom nesse jogo:
A gameplay é muito boa e fluida. O combate é divertido e satisfatório, embora bem mais fácil que o de seus antecessores — pegar combos de rank alto aqui é algo muito facilitado. O platforming também é bem feito e polido.
A soundtrack me agradou. Apesar de ter uma pegada diferente do resto da franquia, acho que encaixa bem no jogo.
A estética do Limbo também é bem interessante.

Agora vamos ao que me desagrada:
Esse jogo ignora a essência de Devil May Cry: um jogo super over the top, que não se leva tão a sério, sendo uma experiência leve, exagerada e divertida. Aqui, tudo é sério o tempo todo, carregado no tom “edgy”, como se tivesse sido escrito para impressionar adolescentes.
Os personagens foram descaracterizados e perderam muito do que os tornava especiais. O exemplo mais gritante é o Dante. Nos jogos anteriores, ele era praticamente um pateta: vivia fazendo piadas, provocando inimigos e agindo de forma despreocupada, e é justamente isso que tornava ele descolado. Já esse novo Dante é o oposto — um cara super sério, que xinga o tempo todo e parece desesperado para que você ache ele legal. O resultado é o inverso: ele perde todo o charme e carisma que faziam do personagem um ícone.
Eu não gosto do que fizeram com a história do jogo também. Transformaram o Mundus numa espécie de Jeffrey Bezos maligno… Não me agradou.

No final não é um jogo ruim… mas poderia ser uma nova IP e não um Devil May Cry.
Nota: ★★★
Posted August 14, 2025. Last edited August 17, 2025.
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19.0 hrs on record
Devil May Cry 4


É um bom jogo.

A história expande o universo de maneira interessante, introduz uma nova organização e um bom novo personagem, além de trazer de volta os bons velhos rostos, mais descolados do que nunca. Esse aqui não é TÃO over the top quanto o terceiro, mas ainda tem cutscenes iradas e hilárias.

A gameplay é basicamente uma evolução do terceiro jogo, com alguns acréscimos bem-vindos. Jogar com o Nero é bem divertido – e com o Dante, mais ainda. As novas armas são criativas e muito prazerosas de usar.

A soundtrack segue excelente, e o trabalho de construção de cenários e exploração está no ponto. O jogo tem esses momentos onde você consegue ver na distância os ambientes que ainda vai explorar, isso dá um toque muito legal à progressão.

Não foi tão bom quanto o terceiro, mas não deixa de ser satisfatório de jogar. Me diverti bastante.
Nota: ★★★★
Posted August 11, 2025. Last edited August 11, 2025.
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8 people found this review helpful
33.5 hrs on record
Devil May Cry


Jogar Devil May Cry em 2025 certamente foi uma experiência interessante. É curioso ver como um jogo que era pra ser um Resident Evil foi pra um lado tão diferente que acabou criando um novo gênero de videogames.

A história do jogo é legal e cumpre seu propósito: ser o background de um jogo focado na ação. O Dante é muito carismático, e eu gosto bastante desse estilo super over the top e emo que era tendência na época. Hoje em dia é super divertido e eu tenho certeza que, se fosse eu criança jogando isso, eu iria imitar o Dante e reproduziria todas as suas frases de efeito, me achando muito badass.

A Soundtrack do jogo é muito boa, mas às vezes o loop acaba ficando meio repetitivo – algo que não é constante, mas me incomodou.

Alguns elementos da gameplay desse jogo não envelheceram muito bem – há de exemplo a câmera que em metade(ou mais) das lutas parece um boss à parte. Talvez esse seja o motivo desse jogo ser difícil. Apesar disso, o jogo é divertido. Explorar os cenários e resolver os “puzzles” é bem legal, e o design dos inimigos bem maneiro.
O combate desse jogo é muito satisfatório e divertido. Estourar demônios das mais diversas maneiras, com as mais diversas armas, fazendo combos insanos e estilosos para conseguir um rank maior é simplesmente viciante. Não é à toa que esse estilo virou tendência na época.

Uma boa primeira experiência com a franquia.
Nota: ★★★½

Devil May Cry 2


Caralho… Esse jogo é ruim pra cacete. Joguei logo depois de zerar Devil May Cry 1 e devo dizer: é um desastre. Ele erra em quase tudo.

Vou começar com os poucos elogios que dá pra fazer: o combate melhorou bastante em relação ao primeiro, está mais fluido, e o sistema de lock-on também ficou um pouco melhor – agora ao menos dá pra saber em quem você está mirando. Além disso, a OST é decente. E é isso.

Agora vamos para o que é ruim – todo o resto.

A história é uma porcaria mal contada. A campanha começa do nada, sem prólogo, sem explicação, sem contexto. Eu literalmente não sei por que estou seguindo essa ruiva aleatória(Lúcia) que mal foi introduzida. Aí tem essa empresa maligna fazendo... coisas malignas, e o chefão – que aparentemente criou a Lúcia, seja lá o que isso signifique – quer despertar um demônio adormecido pra virar Deus. Juro que essa é toda a história do jogo.
Eu li que era pra ele ser uma continuação do primeiro, então aqui vão algumas perguntas sem resposta que me fiz o tempo inteiro:
Cadê a Trish? Cadê a Devils Never Cry? Cadê a porra da personalidade do Dante?
O cara deve ter falado umas 30 palavras o jogo todo – isso vindo do mesmo Dante que fazia piadinhas e lançava frases de efeito toda hora no primeiro jogo. A moeda de lados iguais foi a única sacada que eu achei legal. O resto? Esquecível.

Mesmo com a gameplay mais fluida, ela é pior em praticamente todos os aspectos. A variedade de armas é patética: você tem apenas uma espada, e as outras que aparecem são um reskin com atributos diferentes, sem nenhum moveset novo. Então, você joga com a mesma arma o jogo inteiro. Tem algumas armas de fogo, mas sinceramente o primeiro também tinha – então não é lá um grande mérito.
O jogo é fácil e sem graça, você pode honestamente zerar ele spamando L1+Δ e atirando. O dano dos inimigos é ridiculamente baixo, então nem se preocupar você precisa.
“Ai, mas tem a campanha da Lucia!”.
Tá, legal, personagem novo e tal. Mas de que adianta adicionar elementos de rejogabilidade se o jogo base é horrível? Eu sei que a campanha dela não é literalmente igual, mas eu não vou rejogar essa merda inteira por dois bosses diferentes e uma fase de baixo d’água. Na verdade, não tinha como eu me importar menos com isso. Eles deviam ter gastado o tempo em fazer um jogo bom – não uma segunda campanha tão ruim quanto a primeira.

O design de inimigos desse jogo é fraco. Tem alguns decentes, mas no geral é um horror. Convenhamos: quem pensou que seria uma boa ideia passar 10 minutos atirando num helicóptero em Devil May Cry?

Apesar de toda essa desgraça, admito que consegui dar umas boas risadas com os absurdos do jogo. Mas só. Nunca mais nem passo perto.
Nota: ★½

Devil May Cry 3: Dante's Awakening


Devo dizer que foi um alívio jogar esse jogo depois de Devil May Cry 2. Em contraste ao anterior, esse aqui é extremamente bom.

As OSTs de Devil May Cry sempre foram muito boas – até mesmo a do segundo – e aqui não é diferente. As músicas se encaixam muito bem no jogo, seja em combates frenéticos ou em momentos mais tranquilos, sempre realçando a atmosfera.

A gameplay desse jogo é sensacional. Pega a única coisa que o 2 fez de bom e aperfeiçoa com maestria. Há muito mais variedade que nos antecessores: são cinco devil arms, sendo que uma é uma literal guitarra que atira morcegos – isso é fenomenal, e abre novas possibilidades de combinações e sinergias. As armas de fogo continuam presentes em boa quantidade, como de costume.
O sistema de combos foi bastante refinado: agora é possível ver o quanto falta pra chegar no próximo rank e o tempo restante de combo, o que deixa o combate muito mais satisfatório e intuitivo.
A exploração também deu um salto de qualidade. Enquanto no segundo jogo temos cenários grandes e vazios, aqui a estrutura lembra mais o primeiro: áreas menores, mas cheias de detalhes. Há puzzles que servem como pausa entre as lutas, ajudando no ritmo do jogo, e combates em espaços fechados que passam uma sensação intensa e, em alguns momentos, claustrofóbica.
Outra coisa que vale mencionar: a dificuldade do jogo está de volta. Diferente do segundo, aqui os inimigos são ameaças reais e podem te matar. Acredito que este seja um jogo mais bem balanceado que o primeiro, pois em nenhum momento senti que alguma luta fosse injusta — o que é um excelente ponto positivo.

A direção de arte também evoluiu. Apesar de não haver um salto gráfico enorme – afinal, os três jogos saíram para o PS2 –, os cenários estão mais caprichados e os inimigos têm um visual muito mais interessante, especialmente se comparados aos do segundo jogo(não tive que abater nenhum helicóptero nesse jogo).

Tanto a história quanto a narrativa são excelentes. O Dante carismático do primeiro game está de volta – mais arrogante e piadista do que nunca – e as cutscenes são super over the top e escrachadas, garantindo momentos hilários. É MUITO legal ver mais sobre o Vergil e a relação conturbada dos irmãos; até mesmo a Lady e o Arkham são legais e cativantes. A trama é bem construída e reserva um bom plot twist.

Além disso tudo, essa pérola só foi possível por causa desse jogo.

Apesar de todas essas melhorias e pontos positivos, há 2 coisas em específico que me incomodaram.
A primeira é que, ao iniciar uma campanha, o jogo oferece duas opções: Gold ou Yellow. O problema é que, em nenhum momento, ele explica a diferença entre esses modos. Se eu tivesse escolhido Yellow eu teria uma experiência miserável, já que esse modo remove o save antes dos combates – ou seja, se você morrer, tem que repetir a fase inteira.
A segunda é a reciclagem desnecessária de bosses no final do jogo. Pra mim, isso soa mais como uma desculpa para alongar artificialmente a duração da campanha – que já é grande o suficiente.

Foi a minha melhor experiência com a franquia até o momento, estou ansioso pra ver pra que lado o DMC 4 vai.
Nota: ★★★★½

Resumo


O primeiro e o terceiro são bons.
O segundo é muito ruim.
Notas:
DMC 1 - ★★★½
DMC 2 - ★½
DMC 3 - ★★★★½
Posted August 8, 2025. Last edited August 17, 2025.
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28.4 hrs on record (28.3 hrs at review time)
The Witness


Não fiz 100% do jogo, mas eu quero dar um tempo, então vou deixar aqui minhas considerações até o momento.

É surpreendente o quão criativos e divertidos os puzzles desse jogo são. A maneira com a qual o dev abusou até a última vírgula do sistema básico de labirinto é genial. Apesar de ter me divertido muito no começo, eventualmente alguns puzzles se repetem até demais, o que roubou um pouco da brisa.
Quero pontuar aqui também que o game design em si é ótimo. O jogo te ensina tudo sem usar absolutamente nenhuma palavra, nenhum tutorial. Apenas dicas visuais e sonoras foram o suficiente para entender os puzzles.

Os visuais são muito bonitos e os cenários bem construídos.
Sound design é decente.

Honestamente, não cheguei a me aprofundar tanto na lore. Parece ser muito legal e talvez eventualmente eu volte para tentar entender melhor.
É bem vibes achar os gravadores, que trazem histórias interessantes, frases filosóficas e dilemas morais e/ou éticos. Ainda quero saber como eles se ligam a ilha e a lore do jogo.

Em geral uma experiência agradável, mas não sei o que aconteceu mais pro final do jogo, onde eu fiquei meio fatigado.
Posted July 21, 2025. Last edited July 21, 2025.
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79.7 hrs on record (79.3 hrs at review time)
Clair Obscur: Expedition 33 – Um Quadro Vivo!


Que jogo delicioso de jogar nos dias de hoje. Em meio a uma indústria cada vez mais cansada e opaca, é muito refrescante experimentar algo tão criativo, colorido e único quanto Clair Obscur .
O amor do time por este projeto é quase tangível, é evidente a quantidade de trabalho e esforço por trás de cada detalhe nesta obra.

Esse jogo tem uma das melhores histórias que eu já vi em um videogame. É emocionante, profunda e detalhada. ABSOLUTE CINEMA!
É impossível falar da história desse jogo sem tocar na genial premissa que a envolve: um mundo que tira um ano da sua vida a cada ano que passa.
O que você faria se soubesse exatamente o dia em que vai morrer? Como viveria sua vida? Cada personagem responde a essas perguntas de um jeito único, o que os torna super cativantes e carismáticos.
As expedições são compostas pelos corajosos que simplesmente não aceitam ter suas vidas roubadas dessa maneira. Eles vão lutar até o fim – se não por eles, por aqueles que virão a seguir!

Apesar da atmosfera cruel e melancólica – com o grande monolito no centro do continente servindo como um constante lembrete disso – o mundo de Clair Obscur é lindo e cheio de vida. Sério, é fascinante descobrir os Gestrais e seu modo curioso de enxergar a vida, o Esquié e sua relação confusa com o François, os rastros das expedições que vieram antes... É tudo tão singular, tão cheio de alma.
A direção de arte cozinhou demais nesse jogo. Tem momentos que eu simplesmente larguei o controle e fiquei olhando para tela, tentando entender a bagunça organizada que são os cenários desse jogo, simplesmente lindo.
A trilha sonora desse jogo é de tirar o fôlego. É realmente extraordinário que a narrativa esteja tão bem encaixada dentro das músicas – tudo conversa, tudo emociona. Me deu até vontade de aprender francês só pra entender o que eu tava ouvindo.

O combate desse jogo é excelente. Até o maior hater de jogo de turno vai se divertir jogando – é realmente uma ideia genial colocar o jogador em um papel ativo durante os ataques inimigos. Isso torna o jogo super dinâmico: você nunca fica só esperando o turno do adversário, você tem o poder de reagir.
A variedade de builds nesse jogo é surreal. Já vi de tudo: build pra tankar absolutamente todos os hits, builds focadas em parry, builds de tiro, builds de one shot... e por aí vai. Todas funcionam e são divertidas à sua maneira.
Os devs não tiveram medo de colocar as coisas mais absurdas nas mãos dos jogadores (talvez absurdas até demais). O jogo pode até ficar fácil pra galera experiente em jogos de turno, mas pra mim, que não sou exatamente um grande consumidor do estilo, foi muito divertido – joguei no Expert.
A mecânica de parry é super bem implementada e satisfatória, o design de som aqui ficou excepcional. Na grande maioria das lutas é possível saber a hora de dar parry apenas se atentando aos sons.

É verdade – como é para todo jogo feito na Unreal Engine 5 – que a otimização desse jogo não é perfeita. Mas, ainda assim, eu considero boa. Consegui rodar em um PC de entrada/intermediário com grande parte das configurações no médio.
Claro que existem quedas em algumas áreas, mas não que comprometeram minha imersão.
Também não tive problemas significativos com bugs, glitches ou crashes. Em geral está bem polido e super jogável.

Esse jogo não é perfeito, mas os pontos positivos dele são TÃO positivos, que eles ofuscam qualquer eventual ponto negativo dele.

Clair Obscur: Expedition 33 é uma daquelas experiências que marcam – e que vai alugar um triplex na minha cabeça pelos próximos meses.
É o tipo de jogo que me fez lembrar o porque eu amo videogames.

Clair Obscur: Expedition 33 merece ser vivido!
Posted July 16, 2025. Last edited July 21, 2025.
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15.5 hrs on record (14.1 hrs at review time)
Simplesmente um jogo magnífico que é bom em tudo que se propõe. Soundtrack excelente, direção de arte e estética magnificas, gameplay super divertida. Podia ter leveis mais desafiadores.

VIBE INDESCRITÍVEL MEU!
Posted May 9, 2025.
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2 people found this review helpful
0.0 hrs on record
Uma expansão muito bem-vinda para o jogo.

Apesar de gostar bastante das armas novas, eu não posso negar que senti falta da Mea Culpa. Eu não conseguia parar de pensar em como era maravilhoso jogar com ela no primeiro jogo, agora não preciso mais imaginar. O "porte" dela para esse jogo tem ideias bem legais, tipo a mecânica de remover culpa e a de se jogar pelo cenário. Porém, não gostei tanto assim dela em combate.
A DLC trás bons bosses, sendo um deles o mais difícil do jogo(pra mim), é um boss que realmente me forçou a me aperfeiçoar na batalha, gostei bastante.
Os visuais e a OST seguem impecáveis, como sempre, e o novo final é bem legal.
Agora, como brasileiro eu tenho que comentar: acho que o preço foi meio salgado... Considerando que as expansões do primeiro jogo foram de graça, eu esperava um pouco mais de conteúdo nessa. São quase R$50 por 2 mapas novos e 3 bossfights(sendo 2 delas contra o mesmo boss), a arma nova é legal, mas não sei se justifica o preço.

Recomendo comprar em promoção.
Posted May 9, 2025. Last edited May 10, 2025.
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70.5 hrs on record (60.2 hrs at review time)
Blasphemous II é uma continuação muito digna de seu antecessor.

Além de adicionar novas mecânicas de movimentação, ele também aprimora as antigas, deixando a gameplay muito mais fluida. As novas armas são muito divertidas, a maneira com que elas interagem com o cenário deixa a exploração bastante diversa e engajante. As 3 abordagens de combate trazem uma variedade muito bem-vinda, intensificada pelo retábulo das benesses(sistema de build), que te permite experimentar muitas possibilidades.
O jogo é lindo, Blasphemous sempre teve uma arte impactante e única, isso não é diferente aqui. Tudo acompanhado de uma construção de mundo, ambientação e OST excelentes.
A escolha artística de trocar o estilo das cutscenes me deixa meio confuso, eles usaram uma abordagem mais anime, o que me tirou um pouquinho do jogo em alguns momentos. Preferia o estilo pixelado do anterior, pois ficava coeso com o estilo do jogo.

Um ótimo jogo, recomendo.
Posted May 9, 2025.
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