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18.8 hrs on record (6.2 hrs at review time)
Ace Combat 7: Onde nuvens são mais perigosas que mísseis.

Você entra no jogo achando que vai ser um piloto de elite. Dez minutos depois está gritando com o vento porque uma nuvem tirou a visibilidade e você bateu num míssil invisível. Sim, nuvem aqui não é cenário — é arma química emocional.

Coisas que você vai experienciar:

Dogfight a 2000 km/h enquanto tenta lembrar qual botão solta míssil e qual liga o limpador de para-brisa.

Descobrir que os inimigos têm PhD em mira, enquanto você não consegue nem estacionar o F-22 na pista sem virar churrasco.

Sua copilota falando coisas filosóficas tipo “o céu é uma prisão” enquanto você roda igual Beyblade pegando fogo.

Cutscenes que parecem conferência da ONU, seguidas por você destruindo 32 tanques sozinho porque sim.

Destaque especial: o clima

Achei que nublado era só visual, mas não. Se você entrar numa tempestade de relâmpagos:

Avião apaga.
HUD entra em coma.
Controle trava.
E você aceita a morte como um conceito amigável.

Simulador de Guerra? Não. Simulador de Repetir Missão.

Você vai:

Errar uma curva.

Perder alvo.

Levar bronca por atacar coisa errada.

E ouvir “Mission Failed” mais vezes do que ouviu “bom dia” na vida.

🏆 Nota final: 10/10

Explodi 43 aviões, 1 amizade e minha autoestima. Jogaria de novo.
Posted October 31, 2025.
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8.8 hrs on record (4.1 hrs at review time)
Nota: 10/10 (Se você gosta de gritar no Discord e estragar amizades)

Recomendação: Sim, se você tem paciência de monge e amigos com quem não se importa de berrar "SE CURVA! SE CURVA!" até perder a voz.

Análise:

Ready or Not não é um jogo, é uma terapia de choque em forma de FPS tático. Você vai entrar numa casa, achar que está abafando, mas em 3 segundos vai levar um tiro na cara de um senhor de camisa floral que estava escondido atrás de um vaso de planta. A tática realística é tão realística que dá vontade de ligar para o RH e pedir demissão da SWAT.

O Bom:

Imersão Tática Total: A imersão é tão forte que eu já procurei meu colete à prova de balas antes de ir buscar pão. Cada passo conta, cada porta é um portal para o inferno.

O Multiplayer: Nada se compara à sensação de sincronizar uma entrada perfeita com seus amigos, prender todo mundo, e aí um de vocês atirar no refém por acidente. Seguido de 5 minutos de silêncio constrangedor e um coro de "PUTA QUE PARIU, JOÃO!".

A IA (Inteligência Artificial): A IA dos inimigos é tipo a sua sogra: aparece quando você menos espera, no pior momento possível, e te faz sentir um idiota. Ou você é extremamente meticuloso, ou você é um tapete. Não há meio-termo.

O Ruim (Que É Bom):

A Curva de Aprendizagem: É mais uma parede de escalada do que uma curva. O jogo basicamente te joga num covil de lobos e diz "Se vira. Ah, e se matar um civil, vai para o cantinho da vergonha".

Os Comandos de IA (Quando Joga Solo): O seu esquadrão controlado pelo computador tem dois modos: 1) Robôs de precisão letal; 2) Patos de gravata que ficam olhando para a parede enquanto você é metralhado. É o caos. Você manda "Entra e Limpa" e eles entendem "Fica na frente da porta e espera levar um tiro no joelho".

Os Mapas: Lindos, detalhados... e cheios de cantos escuros onde o capeta está só esperando você passar para te dar um headshot com uma 12.

Resumo:

Compre Ready or Not se você acha que a sua vida está muito calma. É o jogo perfeito para quem sente falta de ser humilhado por um pixeis. É um simulador realista de SWAT, mas, no meu caso, tem sido um simulador realista de "tentativa-e-erro com ênfase no erro".

10/10 - Recomendo para quem gosta de sofrer e se sentir um agente federal incompetente.

P.S.: Se for jogar com seus amigos, compre um microfone extra. O seu vai quebrar de tanto xingamento.
Posted October 18, 2025. Last edited October 18, 2025.
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45.0 hrs on record (35.7 hrs at review time)
👍 Recomendado (com ressalvas de um idoso da guerra)

Horas de Jogo: 35 horas de desespero e gritos (a maioria meus).

Análise:

Eu não sei se estou jogando um FPS ou uma aula interativa de História que deu muito errado. O jogo é lindo, as explosões parecem fogos de artifício caríssimos e o som é tão imersivo que, quando um tanque me esmaga, eu sinto o cheiro de diesel no meu quarto. Nota 10 em "Quase me fez esquecer que estou no sofá".

A Primeira Guerra é uma loucura. É um caos organizado. Você está lá, todo tático, tentando mirar com a mira de ferro de uma arma que leva mais tempo para recarregar do que eu para decidir o que vou pedir no almoço. Aí, DO NADA, um cara passa por você a cavalo. A CAVALO! Em 1914! Parece que a EA misturou a guerra mais moderna da época com uma corrida de pôneis. É a coisa mais ridícula e a mais divertida de se ver. O cara do tanque nem tem tempo de mirar, só vê o vulto do cavalo e "PUFF", morre pisoteado.

E o avião, gente? O avião é um pedaço de papelão com hélice. Você consegue derrubar ele com uma espingarda, e pilotar é tipo tentar segurar um sabonete molhado no banho. Mas o verdadeiro terror é o GÁS. Você está lutando, achando que está arrasando, aí a tela fica verde e, de repente, você está com uma máscara de gás parecendo o Darth Vader asmático, atirando no escuro. É o momento mais "Por que eu estou fazendo isso?" do jogo.

A Campanha (Histórias de Guerra) é emocionante, mas curta. Dá tempo de você se apegar ao personagem, chorar com ele, prometer que vai cuidar da família dele, e, puf, morre. Fim da história. Próximo!

Veredito: Se você gosta de tiro, caos, gráficos bonitos, e ser humilhado por um cavalariano com uma lança, compre. Mas, por favor, me digam: o que o pombo mensageiro fez para merecer isso? Toda hora um voa na minha frente e eu levo um tiro na cara. Eu só queria entregar a carta, poxa.

EA, por favor, adicione uma skin de capacete de abacaxi para o soldado a cavalo. Pela imersão.

8/10 - Perfeito, mas o cavalo está muito OP.
Posted October 18, 2025.
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32.6 hrs on record (23.5 hrs at review time)
Olha só, a Ubisoft nos trouxe mais um jogo onde você é o herói anônimo que tem que derrubar um ditador, mas desta vez é numa ilha fictícia super ensolarada, Yara, que é basicamente Cuba se tivessem trocado o Fidel por Giancarlo Esposito (o Gus Fring, ou seja, um vilão chique e assustadoramente calmo).

O que há de bom (e engraçado):

O Arsenal "Faça Você Mesmo": Esqueça as armas militares de ponta. Aqui, a revolução é patrocinada pelo ferro-velho local. Você tem um lança-chamas preso a uma mochila chamada Supremo que te transforma numa churrasqueira humana, e um canhão que atira CDs de música dos anos 90, porque nada diz "liberdade" como acertar um soldado na cabeça com um álbum da Macarena. Sério, o som é impagável.

Os Amigos Animais: Este é o verdadeiro brilho do jogo. Você tem o Chorizo, um dachshund paraplégico adorável que te ajuda a roubar itens (com sua fofura irresistível, não pergunte como) e o Guapo, um jacaré de estimação que usa uma camisa de flanela e tem mais sede de sangue do que um vampiro em dia de folga. Eles sozinhos valem o preço do jogo. Ver o Guapo te seguir numa moto é uma experiência de vida.

O Vilão de Cinema: Giancarlo Esposito faz o papel de Anton Castillo, e ele é tão bom que você até se sente mal por atirar nas tropas dele. O cara tem tanta presença que, se ele te pedisse para ir limpar o chão do seu bunker, você diria "Sim, Senhor, com prazer."

A Fórmula Ubisoft: É mais do mesmo, e é aí que está a piada. Se você já jogou um Far Cry, sabe o que está fazendo: subir em torres (que agora são rádios ou algo assim, mas a essência é a mesma), liberar postos e colecionar tralha. É como voltar para a casa da sua avó. Você já viu tudo, mas ainda assim é confortável.

O que não é tão bom (mas ainda é engraçado):

A IA dos Inimigos: Às vezes, eles te veem a 100 metros e ligam o modo "Exército de Elite". Outras vezes, você está atirando com um lança-mísseis do lado deles, e eles só se viram e dizem: "Hum, deve ser só o vento." É um espetáculo de incompetência militar que faria o ditador chorar.

A Lógica do Personagem: Você acabou de ver uma atrocidade horrível cometida pelo regime, e o próximo objetivo é... ir pescar ou participar de uma corrida de galinhas. O tom do jogo é mais bipolar do que eu depois de um fim de semana sem café.

Far Cry 6 é a definição de uma "bagunça divertida". Não é um jogo revolucionário, mas é um jogo que tem um jacaré de estimação chamado Guapo. E francamente, se o seu jogo tem um jacaré de estimação com camisa, eu o recomendo. Compre, libere Yara e, por favor, lembre-se de passar protetor solar.

Veredito Final: Compre numa promoção. E dê um petisco para o Guapo. Ele merece.

Tempo de Jogo: 23 horas (Sendo 22 delas só olhando o Chorizo.)
Posted October 18, 2025.
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5 people found this review helpful
14.4 hrs on record (6.7 hrs at review time)
Uma experiência sólida.

Call of Duty: Modern Warfare trouxe de volta a fórmula clássica de ação frenética, mas com uma roupagem mais realista e uma narrativa mais envolvente. O jogo é definitivamente um dos melhores da série, e há muito o que gostar nele, mas também alguns aspectos que me deixam com um gosto misto.

Gráficos e Áudio: Primeiro, não tem como negar o impacto visual do jogo. A Infinity Ward fez um trabalho incrível na parte gráfica. As texturas, os detalhes nos cenários e os efeitos de iluminação são de cair o queixo. Isso, combinado com um áudio imersivo e a trilha sonora, realmente faz você sentir que está no meio de um conflito real. A parte sonora é um destaque à parte – os efeitos de armas e os sons do campo de batalha são incrivelmente detalhados.

Campanha: A campanha, que tenta ser mais realista e emocional, realmente se destaca em relação aos títulos anteriores. A história é bem escrita, com personagens interessantes e momentos de tensão que fazem você se preocupar com o que vai acontecer a seguir. Acredito que a narrativa mais sombria e a abordagem mais adulta na história foi um grande acerto. Não é a campanha mais longa, mas com certeza é uma das mais impactantes da franquia.

Multiplayer: Aqui é onde o jogo brilha para muitos. As mecânicas de jogo são afiadas, e o modo competitivo é tão viciante quanto sempre foi. Os mapas são bem desenhados, e há uma boa variedade de modos de jogo para manter tudo fresco. O sistema de progressão também é bem interessante, embora às vezes pareça um pouco grindy, especialmente quando se trata de desbloquear novas armas e acessórios. A sensação de recompensa é satisfatória, mas nada novo no horizonte.

Conclusão: Call of Duty: Modern Warfare é, sem dúvida, um jogo excelente. A campanha envolvente, o multiplayer viciante e o modo Warzone realmente elevam a experiência. Porém, os problemas técnicos e a sensação de que alguns aspectos poderiam ter sido melhor equilibrados me impedem de dar uma nota mais alta. Mesmo assim, é um dos melhores jogos da série e uma excelente opção para quem ama FPS.

Se você é fã da franquia, vale muito a pena jogar. Se está procurando algo que reinvente a roda, talvez esse não seja o jogo perfeito, mas ainda assim tem muita diversão e qualidade a oferecer.

Recomendado? Sim, mas com ressalvas.
Posted April 1, 2025.
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