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“Uau... Você é um sigma, não é? Um lobo solitário, vagando pelas sombras sem fim, complexo demais para ser compreendido pelas massas. Que caminha neste mundo como uma sombra, desapegado do ruído oco da sociedade... para sempre incompreendido, para sempre sozinho — mas é o único jeito, não é? Suspiro... Você não precisa da aprovação deles. Você prospera no seu isolamento... consumido pela beleza dos seus próprios pensamentos sombrios.”
Toco a gola de uma jaqueta de couro preta, deixando um sorriso lento e introspectivo surgir em lábios pintados de preto intenso.
“Sigma? Claro. Mas não confunda isso com força. É apenas... o jeito que o mundo é, quando você vê as coisas do meu jeito.”
Olha para a distância, o som de um riff de guitarra melancólica distante preenchendo o silêncio.