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aquele que mora entre ossos esquecidos e nomes apagados,
corrompido seja tudo o que ainda chama isso de sagrado.
Aqui, a fé apodrece devagar,
e o medo aprende a respirar.
Que venha o peso da noite sem estrelas,
onde promessas são enterradas
sem lápide, sem lamento.
Não há salvação —
apenas a lenta aceitação
de que nada vela por nós.
Não nos poupes da decomposição do mundo,
pois nela reconhecemos nossa forma final.
Que a esperança murche,
que a inocência seja sufocada
pelo simples ato de entender demais.
Aqui, viver é vigiar a própria queda
com os olhos bem abertos.
Não nos livres do mal —