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27 de outubro de 2015

Eu li #33 - Os Contos de Beedle, o Bardo

Oi gente!

Em mês de Halloween vemos muitas caveirinhas por aí né? Então separei um livro que li dias atrás (na verdade foi presente do Dia das Crianças...rs) e vou falar um pouquinho sobre ele. Porque dá até vontade de ler de novo! Os fãs de Harry Potter já reconhecem de longe e para quem não conhece, "Os contos de Beedle, o Bardo", foi escrito por J. K. Rowling e inclusive um deles fez parte de um dos filmes. É um livro encantador, uma diagramaçao impecável e de conteúdo incrível.


O livro conta cinco histórias para jovens bruxos, equivalentes aos contos de fadas que nós, "trouxas", ouvimos na infância. Só que são no mundo deles. Então, Beedle seria como um Hans Christian Andersen no nosso mundo. Que máximo não? E eis que esses contos causaram no mundo dos bruxos o mesmo impacto que nossos clássicos contos de fadas, foram passando de geração em geração até chegarem na Biblioteca de Hogwats!


São 105 páginas que, se nas mãos de um leitor voraz e ainda fã de Rowling, são devoradas em menos de uma hora! A genialidade da autora em escrever sua própria mitologia é impressionante. Falando nisso, sabe quem assina as ilustrações do livro? A própria J. K. Rowling, que inclusive doou parte do lucro das vendas para a organização que ajuda crianças no mundo todo, o "Children's High Level Group." 


O legal é que, apesar dos contos de fadas serem escritos para o mundo dos bruxos, os personagens nem sempre conseguem resolver seus problemas com magia. Ao contrário, algumas vezes os poderes mágicos, muito comuns para eles, atrapalham e causam grandes problemas. As heroínas não são como as princesas dos nossos contos, que ficam esperando o beijo do príncipe encantado não! Elas saem em busca do seu destino, cheias de atitudes (como as bruxas Asha, Altheda e Amata, do conto "A Fonte da Sorte"). Já os heróis também não vencem com poderes sobrenaturais, mas encontram a felicidade com bom senso e educação. O amor, a gentileza e até a morte são outras questões abordadas nos contos. Cada um tem sua moral e isso me alegrou muito, porque foi exatamente como escrevi os contos da Lirityl! =)


Outro detalhe que me chamou a atenção, é que no final de cada conto, o nosso querido diretor de Hogwarts, Alvo Dumbledore, escreve comentários e explicações, mostrando inclusive as evoluções dos contos ao longo do tempo para que se tornassem adequados para as crianças (qualquer semelhança não é mera coincidência né?). Ah! E os contos são traduzidos das runas antigas, por ninguém mais ninguém menos que a Hermione Granger!


Percebi que os contos enfatizam situações que envolvem o uso da magia, mas que, como tudo que é fácil, ela tem seu preço. Seus desfechos mostram que só as conquistas que vem do amor, esforço próprio e bom senso, são as duradouras. Muito legal!
Capa original do primeiro exemplar de "Os Contos de Beedle, o Bardo"
E para quem quiser ver as resenhas que já fiz sobre a saga do bruxinho mais querido dos leitores, tem aqui e aqui. E também tem um pouquinho de J. K. Rowling na Série Personalidades, aqui.

Beijos!

19 de agosto de 2015

Eu li #18 - HP e a Câmara Secreta

Oieeeeeeeeee!

Dando continuidade a série Harry Potter, hoje vou mostrar um pouquinho do segundo livro. Não tem muito o que falar de HP, visto que a história atingiu leitores no mundo inteiro. Quem não leu, viu o filme. Até hoje só encontrei pessoas que não leram por não gostarem do tema. Caso contrário, duvido que J. K. Rowling não despertou um mínimo de curiosidade em conhecer esse bruxinho tão famoso!!


Harry Potter e a Câmera Secreta foi publicado em 2 de julho de 1998 e já era sucesso. Após sua publicação, permaneceu um mês inteiro como livro de capa dura mais vendido para os adultos. Na história, Harry já tem 12 anos e entra para o segundo ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Tudo começa nas férias de aula, com ele chateado por não ter recebido nenhuma notícia dos seus amigos durante todo o verão. A vida com seus tios é chata e em meio a estes conflitos ele conhece um novo amigo e futuro aliado, que eu particularmente adoro, o elfo doméstico Dobby.

Harry e Dobby - Cena do filme "Harry Potter e a Câmera Secreta"
Dobby tenta convencê-lo inutilmente a não voltar para a escola, porque logo depois Harry é resgatado de sua casa pelos Weasley e essa é uma das minhas partes preferidas do livro. Quando eles partem em um carro voador. A cena está representada na ilustração abaixo, de MaryGrandPré, mega talentosa e que está na fila para ganhar uma postagem. :-)

Ilustração de Mary GrandPré
Chegando em Hogwarts, os três amigos (Harry, Rony e Hermione) iniciam a rotina nas aulas de Poções, Feitiços, Herbologia e Defesa contra a Arte das Trevas. Lógico que de rotina o ano não terá nada, porque logo começam a aparecer eventos misteriosos, onde os alunos da escola são petrificados e Harry é suspeito de ter aberto a Câmera Secreta, que permitiu a saída de um monstro terrível. Até que Gina Weasley também se torna vítima de um feitiço e acaba sendo levada para a Câmara Secreta, evento que traz à tona muitas revelações.

Duas das capas  mais conhecidas da obra.
O filme foi lançado em 15 de novembro de 2002 e seu sucesso já estava garantido, pois o número de fãs da série crescia exponencialmente. Tanto o livro quanto o filme do segundo livro da série, estão no ranking dos melhores na minha opinião. Até a quarta história da série ("O Cálice de Fogo), foi o que mais gostei. Alguém tem dúvida que eu vi todos no cinema? (rs)


E por enquanto é isso gente! Logo trago as sequências! Mais Harry Potter aqui.

Beijos!

5 de agosto de 2014

Personalidades #4 - J. K. Rowling

Oie!

É claro. J. K. Rowling não poderia faltar na minha série “Personalidades”. Porquê? Porque na minha opinião ela é uma escritora genial. E não é só porque escreveu uma série de livros com um bruxinho que virou moda no mundo inteiro. É porque levou anos para escrever uma série de livros que contém uma história fantástica, cheia de detalhes que se conectam do começo ao fim. No meu entendimento, ela foi responsável por trazer milhares de pessoas ao fascinante mundo da leitura. E por isso quero deixar registrado um pouco da sua vida aqui nesse cantinho, ao menos do que tenho conhecimento.

via guardian.co
Em 31 de julho de 1965 nascia a menina Joanne Murray, em Chipping Sodbury, perto de Bristol, oeste da Inglaterra (e essa data, quem leu o livro deve lembrar, era o aniversário de Harry). Primeira filha do casal Peter e Anne Rowling, que se conheceram no início dos anos 60, em uma viagem de trem da estação King's Cross em Londres (lhes é familiar o nome?).

Peter Rowling e Anne Volant, pais de Joanne. Fonte: Site Oficial
A infância de Joanne foi normal e segundo ela, brigava muito com sua irmã mais nova, também sua companheira de brincadeiras, na maioria com mágicas e imaginação. Joanne conta que escreveu sua primeira história com seis anos. E era sobre um coelho.

Joanne criança. Fonte: Site Oficial
Teve períodos decisivos em sua infância e adolescência, como a mudança de residência para o campo, perto de um vilarejo. Eram vizinhos de uma família de sobrenome Potter, um deles era o menino Ian e outra a menina Vicky. Conta a autora que em 1990, na viagem de trem onde começou a escrever HP, lembrou desses vizinhos. E teve a ideia de escrever sobre a saga de um menino com sobrenome Potter.

Um fato curioso é como Joanne passou a assinar seus livros. A abreviatura K é de Kathlenn, nome de sua avó preferida (Kathleen Rowling). Ela escolheu no lançamento do primeiro livro, quando Christopher Little, seu então agente literário, e a Bloomsburry, sua editora na ocasião, apontaram o receio de que os garotos não leriam um livro escrito por uma mulher. Então pediram que Joanne assinasse só com suas iniciais. Ela por fim, acabou homenageando sua avó.

Isso é só um resumo. Sobre o período em que escreveu HP, está tudo detalhado nesse post aqui. O resto da história todo mundo já conhece. Seu primeiro livro não demorou para entrar na lista dos mais vendidos e com o adiantamento da editora ela pode se dedicar exclusivamente a literatura. Foi aí que vieram as sequências, que foram traduzidas em 64 idiomas. Todo esse sucesso levou uma mulher que sobrevivia com seu seguro-desemprego a entrar na lista de bilionários da revista americana Forbes, com sua fortuna estimada em 1 bilhão de dólares. Ainda assim, ela continua sendo pacata e discreta. Tímida nas entrevistas, diz que fica feliz quando não a reconhecem, prefere ser uma pessoa anônima.

Destaco um comentário da autora, em uma das suas mais famosas entrevistas: "Pode ser que você nunca falhe como eu falhei, mas falhar na vida é inevitável. É impossível viver sem falhar em alguma coisa, a menos que você viva tão cautelosamente que chegue a não ter vivido nada, caso em que você falha por não tentar. O fracasso me deu uma segurança interior que nunca tinha alcançado quando passava nos exames. O fracasso me ensinou coisas sobre mim que não poderia ter aprendido de nenhuma outra forma. Descobri que tinha muita força de vontade e mais disciplina do que imaginava. Descobri também que tinha amigos que valiam mais do que ouro."

Por essas e outras que a considero, além de uma escritora genial, uma pessoa especial. Para quem quiser saborear detalhes sobre a autora, como suas fases de escritora, anos dos livros e filmes, prêmios que recebeu e trabalhos solidários que realiza, clique