Balançar entre os arranha-céus de Manhattan sempre foi bacana em um jogo do Homem-Aranha, mas isso foi algo que ficou de fora dos dois últimos games do herói.
The Amazing Spider-Man marca o retorno da liberdade do mundo livre.

Primeiramente oque me agradou

Mundo aberto

A Beenox fez um bom trabalho em criar a emoção de balançar entre os prédios da cidade de Nova York. O simples fato de ir de um lugar para outro é capaz de consumir horas e mais horas.

A cidade é colorida, viva e bonita, com possibilidade de visitar pontos turísticos como o Empire State ou o Central Park

As pessoas se surpreendem quando veem o herói de azul e vermelho dando acrobacias rasantes nas ruas e até fazem comentários sobre o que acontece em uma “rede social” que inclusive pode ser conferida nas telas de carregamento.

A Variedade de missôes

As missões principais são bem variadas: algumas seguem o estilo “siga em frente e derrube todos os vilões”, outras requerem que o Aranha seja mais cauteloso e siga sem ser detectado se arrastando pelas paredes e tetos e até algumas que ele deve fugir de locais em um curto espaço de tempo.

Nas missões furtivas, o herói conta com uma habilidade que lembra “Batman: Arkham City”, no qual ele envolve o adversário em uma rede de teia e o pendura no teto. Já as missões de pancadaria não são tão empolgantes e o jogador deve aturar o modo de combate que é muito simples.

O visual é claro é bem bonito para um jogo com mundo aberto e inspirado em um filme, “Amazing Spider-Man” surpreende pela qualidade dos gráficos. De cima do maior prédio da cidade é possível ver a ilha inteira sem o manjado recurso de névoa que esconde as coisas que estão muito longe e confesso que isso é muito legal kkk...

Oque eu achei muito interessante foi a do uniforme do Aranha que se rasga conforme ele apanha e sofre danos.

Os pontos que me decepcionaram de fato foi o COMBATE

Principalmente o combate.....

A série “Batman: Arkham” elevou o nível dos jogos de super-heróis. Que inclusive agora existe uma demanda por um combate mais refinado e variado e foi justamente nisso o que a Beenox falhou em entregar.

Eles até tentaram copiar o sistema de batalha que eu achei extremamente Ridiculo bosta, colocando o sentido aranha para avisar o momento para se esquivar de um golpe, um botão para contra-ataque, outro para soco e até mesmo um ataque especial.
Mas faltou o refinamento, a variedade e a complexidade que estão presentes no game do Homem-Morcego de fato.

O combate se resume a esmagar o botão de soco, se esquivar de vez em quando e, quando as coisas estiverem complicadas, existe um comando para o Aranha fugir e recuperar a energia, isso é bem ridiculo...

Outra coisa que decepciona demais na minha opinião

São os colecionaveis, são muitos deles, tem colecionavel pra todo lado...

Em todos os cantos de Manhattan existem páginas de histórias em quadrinhos e a recompensa por pegar todas vem em forma de revistas clássicas que podem ser lidas na íntegra no menu principal. Entretanto, os produtores perderam a noção da quantidade de itens espalhados pelo cenário.

No total são 700 páginas (RIDICULO) que estão nos tetos dos arranha-céus, sobrevoando pela cidade ou nos becos. Este número é exagerado, MUITO EXAGERADO... e somente os fãs mais ardorosos vão ter paciência para encontrar todas, ou os caçadores de conquistas e troféus.
Nota 8.5

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