Introdução

Primeiro, quero dizer que está resenha já está mais do que atrasada. Já joguei horas o suficiente nesse jogo para dar final na trilogia, mas só agora (com 101.6h de jogo) venho escrever isso.
Em segundo, todas essas horas são devido a rica história do jogo; e também porque fiquei um bom tempo sem jogar nada. E como a história não ser linear, acabei tomando decisões que não gostei dos resultados, então, resolvi jogar novamente uma boa porção do jogo. Além disso, pretendo jogar mais uma vez com a femShep.

História

O jogo começa pouco tempo depois de onde o primeiro acabou. A Normandy está fazendo operações de limpeza, e é atacada por um inimigo misterioso. Os Collectors – não, me recuso a escrever “Coletores”. Nesse ataque a Normandy é destruída, e Sheppard morre salvando boa parte da tripulação, ao ser ejetado para o espaço e ter uma brecha na armadura. Simples assim. Sheppard morre.
Nesse interim, um grupo conhecido por suas práticas pró-humanidade e extremista por alguns: Cerberus, entra em ação para salvar Sheppard. Com os eventos do jogo anterior Sheppard é um ícone para a humanidade, e segundo Cerberus, deve ser salvo. Assim, uma das células da organização – sob a direta observação do fundador, Illusive Man - inicia o projeto Lazarus: Com créditos virtualmente sem limites, deve garantir a sobrevivência de Sheppard. Após dois anos e bilhões de créditos gastos, Sheppard volta a consciência. Nesta parte o jogador pode escolher mudar de classe, entre as 6 disponíveis.
Sheppard descobre que várias colônias humanas têm sofrido diversos ataques onde nenhum colono é encontrado, vivo ou morto. Cerberus quer a ajuda de Sheppard para deter os culpados, os Collectors. Para isso Sheppard deve montar uma equipe, e passar pelo relê Omega 4, que nunca deixou sobreviventes antes. Uma missão suicida. A ideia base do jogo inteiro é se preparar para essa missão.
Na montagem da equipe Sheppard sempre conversar com os membros recrutados, e alguns possuem um ponto de vista consideravelmente interessante. Como no caso de Legion e Mordin, talvez até mesmo Samara (Ou Morinth), com um passado extenso. Esses pontos de vista podem incluir Sheppard de maneira afetiva, se houver uma resposta por parte do jogador – independente do sexo escolhido para o protagonista. Mais informações podem ser lidas no códex do jogo ou na wiki própria.

Jogabilidade

Se for comparar com o anterior, este jogo está muito melhor. Quase não há glitches – o primeiro tinha vários. Já o sistema de armas mudou consideravelmente, não há mais a necessidade de escolher o tipo de munição (incendiaria, warp, etc) antes da missão; agora pode ser trocado no meio da missão. Sem falar que a própria escolha das armas ficou mais intuitiva também (o menu de melhoria do primeiro era meio ruim).
Outro elemento novo nesse jogo é a exploração de planetas no mapa. Cada um contém um resumo das características físicas e relevo, e, há a opção de jogar sondas para recolher recursos (como paládio, eezo, irídio, platina) para o uso de pesquisas e upgrades. Isso envolve um mini-game que logo fica chato demais. Felizmente, há formas de evitar isso, ver nos guias indicados.
A customização da armadura, e da roupa são legais. Cada parte da armadura trocada influencia em algo como vida, ataque, ataque corpo-a-corpo etc. Outra customização disponível é a do rosto do personagem, mas joguei com o modelo padrão mesmo.
O jogo é desenvolvido na Unreal 3, e os gráficos possuem uma diferença gritante em relação ao primeiro jogo, e podem ser melhorados com pacotes de texturas – ver os guias – pessoalmente, gosto bastante dos efeitos de iluminação do jogo. Aliás, todos os meus screenshots não possuem nenhum mod; por sinal, em um dos screenshots mostra o novo veículo que substitui o M35 Mako, o M-44 Hammerhead que é bem legal.

DLCs

Ao comprar a versão “Deluxe” são acompanhados três DLCs que devem ser ativados no site da Bioware. Por ser uma edição mais cara, esperava mais DLCs. Há outros para serem comprados com “Bioware Points” no site deles, porém são caros. Por ex: Lair Of the Shadow Broker custa 20 reais (quando escrevi isso). Mais caro do que paguei em ambos os jogos, mas também este é o DLC mais caro de todos.

Além dos DLCs, a versão "Deluxe" acompanha uma HQ, a música do jogo, e um guia da arte conceitual.

Conclusão

Resumindo tudo, se for jogar a Deluxe Edition “for real”, o jogo irá consumir mais de 50 horas fácil. O Final com certeza será diferente daqueles que não fizeram os Assignments e de qualquer forma impactará no terceiro jogo. Meu conselho é para jogar com tempo e calma e conhecer a história. Ela é o ponto forte.
PS: Editarei essa resenha um dia quando jogar com outra classe ou ir para um caminho mais “Renegade”

Páginas recomendadas:

PC Tweaks [masseffect.wikia.com]

http://steamcommunity.com/sharedfiles/filedetails/?id=711814105

http://steamcommunity.com/sharedfiles/filedetails/?id=191281265
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