Vito_Kaeno
Sovereign of Elba
Xique-xique, Bahia, Brazil
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uh
Um apaixonado pelo céu, pela meditação, pela cozinha, pela chuva, por livros e meditação. Contador de boas histórias. Eu me espelho em homens que mudaram o mundo e me torno humilde lendo homens que dizem que somos filhos das estrelas. Sagitário com Lua em Peixes. #EleNão

''vc é adolescente não passa por nada''
ata
-minha tia não quer me dar um ps4 novo
-ansiedade
-depressão
-familia que vota no bozo
-sem netflix
-familia conservadora nao deixa fumar aconha
-sem pc bom
-só pode ir no cinema 3 vezes por semana
-xxxtentacion e lil peep morreram

e mesmo assim tenho que fingir que está tudo bem
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Comecei a ouvir que tocavam A Marselhesa (…) Chegaram então, a passo miúdo, os militares sempre sobre os cavalos, dispostos os quatro grupos de quatro, com suas bandeiras. Depois das tropas veio o trombeteiro montado, mas sem som, então a segunda tropa passou igual a primeira. Logo veio a carruagem descoberta do Presidente da República; com os cavalos afastados apenas três passos atrás da cauda dos da tropa de soldados.

Quando o último cavaleiro escoltando-o passou a minha frente, eu desabotoei a minha jaqueta. O punhal o queria, com o cabo para cima dentro do bolso, certo. O empunhei com a mão esquerda e com um movimento, empurrei para longe dois garotos que estavam na minha frente. Dirigi-me em bom passo, mas sem pular direto para o presidente, seguindo num movimento contrário ao movimento da carruagem. Subi no degrau externo do veículo, me apoiei agarrando com a mão esquerda na lateral, com a mão direita enterrei a adaga no peito do presidente. Deixei o punhal cravado; em seu pescoço um pedaço de jornal.

Pulando do carro eu gritei, não me lembro se forte ou fraco: "Viva La Rivoluzione". Assim que eu pulei, percebi que ninguém tinha me prendido e que ninguém parecia ter entendido o que estava acontecendo, então corri em torno da carruagem e dos cavalos presidenciais. E naquele momento gritei "Viva La Anarchia!" foi aí que os policiais me entenderam melhor. Então eu fui pra frente dos cavalos, para trás das luzes, para tentar me misturar a multidão e desaparecer. Passei por mulheres e homens e então atrás de mim eu ouvi um grito: "Agarrem-no!". Um policial chamado Nicolas Pietri me agarrou pelo colarinho da jaqueta e então outras vinte pessoas me cercaram.
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